quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Seminário: Garcia D'Ávila e a Colonização de Sergipe - 22/11/2011

Por: Adriana Fonseca

     Segue a última postagem de seminário da disciplina História de Sergipe I, ministrada pelo professor Dr. Antônio Lindvaldo Sousa, realizada na didática 3, sala 110, às 19hs e 35 min cujo tema é  Garcia D'Ávila e a Colonização de Sergipe. O grupo é composto por quatro componentes, utilizaram como recursos o data show, vídeo, apresentação oral, fôlder e painel.
      O componente Jorge iniciou a apresentação expondo o tema e a apresentação do vídeo, que foi feito na viagem que fizemos a Bahia no parque Garcia D'Ávila, sendo o orador desse vídeo o professor Lindvaldo. Porém na continuidade de sua explanação ele fala quem foi Garcia D'Ávila e que o mesmo nasce em Portugal, e que alguns historiadores o considera como filho bastardo de Tomé de Souza, primeiro Governador Geral do Brasil, que chega ao Brasil na expedição do seu pai, chegando na Bahia em 29 de março de 1549.
      Souza o segundo componente do grupo a explanar, aborda sobre a importância da Casa da Torre, na qual possuía duas funções: a econômica com a criação de gado e  a  bélica, como ponto estratégico para encontros dos portugueses nos assuntos referentes à guerra. 
     Quando Tomé de Souza chegou ao Brasil, trouxe um regimento  a quem fosse dado ama sesmaria, teria que  construir  uma casa ou uma torre que fosse forte e resistente.
     A acadêmica Crécia discursa sobre a colonização de Sergipe.Que as terras tão desejadas por Garcia D'Ávila eram habitadas por tribos indígenas e que nesse momento os jesuítas faziam suas missões para catequizar os índios, contudo a relação entre Garcia D'Ávila e os jesuítas não eram amigáveis, pois seus interesses eram opostos.Garcia D'Ávila  foi beneficiado com a guerra justa, pois já vinha tentando fazer com que a mesmo ocorresse.
      Tony  último integrante da equipe, aborda sobre as gerações da família Garcia D'Ávila e que ao longo de 300 anos tiveram nove gerações, desde o fundador  em 1549 onde funda a Casa da Torre até  Antônio Joaquim Pires Carvalho e Albuquerque. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Relatório de Viagem ao Castelo Garcia D'Ávila - 19/11/2011

    Mas uma aula diferente, em ambiente bem natural, nossa segunda viagem realizada pela disciplina História de Sergipe I, ministrada pelo professor Lindivaldo. Dessa vez fomos a Bahia conhecer o Castelo D'Ávila hoje um parque histórico.
     A viajem foi realizada no dia 19 de novembro de 2011, fomos em dois ônibus que saíram do posto de gasolina em frente ao shopping jardim e o outro local no posto de gasolina em frente a rodoviária nova.
    O Castelo Garcia D'Ávila é localizado na praia do forte, no norte de Bahia, uma viagem que dura 4hs de Aracaju.
   Uma viagem encantadora é como se estivéssemos vivenciado todo o ocorrido no ano de 1551, quando ele foi erguido. Na explanação de Sousa Garcia D'Ávila chega ao Brasil em 1549 na mesma expedição de Tomé de Souza, no qual é considerado filho bastado de Tomé. Mediante Sousa Garcia  torna-se senhor do engenho.Com seu fracasso resolve ser criador de gado em toda a região do nordeste por ter a proteção de Tomé de Souza. Foi na década de 40 no século XIX a família entra em decadência.
     Em seu discurso fala sobre a Lei do Morgado, que é uma lei na qual apenas o primeiro filho recebe a herança, essa lei era uma forma de manter o poder  sobre as terras e o seu domínio.
     Sua primeira mulher não teve filho, e a sua segunda mulher foi uma índia, no qual teve filhos mamelucos. Seus inimigos foram os Jesuítas. A sua relação com os índios fez com que ele garantisse um exercito.  
        O castelo é um símbolo de poder e riqueza, foi usado para criar gado e alem disso eles investiram muito dinheiro para o ter. É uma representação simbólica do poder e também uma casa forte, sua função era de moradia e defesa. 
    A cozinha era a parte mais escura da casa, é importante ressaltar que D'Ávila tinha escravos indígenas.
      Sua primeira mulher foi condenada a inquisição ao ser descoberta que praticava ritos judaicos.
    O Castelo possui uma capela de Nossa Senhora da Conceição e o seu estilo é medieval, foi erguido pelo suor e sofrimento de muitos índios. Foi escolhido em um ponto alto, pois visavam observar quando os inimigos iam se aproximar para atacar. Também serviu para ajudar a expulsar os franceses.
    Em 1938 o Castelo já não pertencia mais a família Garcia D'Ávila e ele foi tombado pelo instituto histórico e Geográfico da Bahia, Arquivo Público da Bahia, e com a representação do IPHAN   passando por um processo de tombamento.
     O castelo  em sua construção passa por três etapas, que foram: 
          * A capela possuía duas paredes de tijolos.
          * Foi ampliado pelos herdeiros seguintes com alvenaria e pedra, sua construção é de estilo Barroco Medieval.
                                                                                           * A ampliação do castelo.
      Atualmente o proprietário do Garcia D'Ávila é Otacílio Nunes. E como o professor em sua pequena explanação deixou a todos bem curiosos para adentramos ao castelo, chegou o em fim momento.
 Lateral Castelo Garcia D'Ávila

  
Parte Superior do Castelo Garcia D'Ávila




 Árvore Centenária do Castelo Garcia D'Ávila 
         E por fim, após conhecermos o castelo o professor nos chama para comentarmos, sobre os nossos olhares curiosos tudo o que podemos observar la dentro, mas antes ele fez com que abracemos uma árvore    que tem 100 anos de existência.                                                                           

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Resumo do texto: Literatura e Colonização 17/11/2011

Por: Adriana Fonseca

    Ultima apresentação de seminário da disciplina realizada na didática 3, sala 110, cuja equipe é formada por 6 participantes, Magno  Costa, Maria Aline Matos, Mayra Santos, MIslene Batista, Taís Danielle e Luciano Filho, os recursos utilizados foi o fôlder, Vídeos, slide e apresentação Oral.
    Luciano começou a explanação apresentando todo o grupo e dando um visão geral do assunto, a obra analisada pelo grupo foi A Furia da Raça. Taís deu sequência falando sobre a vida e obra de Felisberto Freire mencionando um breve histórico, onde o professor começou a fazer algumas interferências, pois ela estava fugindo do assunto principal.
     A terceira componente a fazer a explanação foi a Mislene  explana sobre a autora  Ilma Mendes e sua obra. Explica que a obra Furia da Raça, é uma obra de ficção, e que a autora aborda os primeiros habitantes de sergipanos. Maria Aline  na continuidade das explicações relata que a obra foi divididas em cenas interligadas, parecendo ser uma peça teatral. Em seguida os componentes Magno, Taís e a Mislene  que a autora para compor o livro A Furia da Raça a autora foi ate o Arquivo do Rio de Janeiro buscar fontes históricas com receios dos historiadores. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Seminário: Feira de Alimentos. "Alimentação Portuguesa". 18/10/2011

Por: Adriana Silva

       No dia 18 de outubro de 2011, na didática 3, sala 110, às 19hs e 30mim , foi realizado mais um seminário Feira de Alimentos, "Alimentação Portuguesa", com a orientação do professor Dr. Antônio Lindvaldo de Sousa.Grupo composto por dois componentes, Rivaldo Ramos e Kleberton Augusto, utilizando os recursos: Apresentação Oral, vídeo e folder.
       A apresentação inicial foi feita, por Rivaldo.
     Kleberton aborda sobre a alimentação dos portugueses nos navios, feitas com frutas e animais, trazendo para o Brasil e por causa do clima tropical adaptaram-se muito bem exemplo disso era a laranja e o limão. Essas frutas davam bastante suco fazendo com que os portugueses  levassem para a Europa.
   Rivaldo fala sobre os ananás e o abacaxi, que no século XVI, XVII, XVIII, os escritores escreviam e se referindo ao ananás (denominação do termo Tupi), porém só no século XIX ele é chamado de Abacaxi.
    O abacaxi originou-se no Brasil, sendo cultivado nas Américas antes da chegada dos colonizadores. A fruta foi levada para outros lugares, surgindo novas espécies.
    Os índios utilizava a fruta como remédio, veneno de cobra e diurético. Na forma de conserva, era bom para problemas de pedras nos rins. 

Seminário: Feira de Alimentos. "Alimentação Indígena". 18/10/2011


 Por: Adriana Silva

      No dia 18 de outubro de 2011, na didática 3, sala 110, às 19hs e 11mim , foi realizado mais um seminário Feira de Alimentos, "Alimentação Indígena", com a orientação do professor Dr. Antônio Lindvaldo de Sousa.Grupo composto por três componentes, Flávio dos Santos, Leandro Augusto e Leandro Gonçalves da Silva, utilizando os recursos: Apresentação Oral, vídeo e folder.
     Flávio inicia com a apresentação do grupo e relata sobre a origem da mandioca, que era presente para os índios sendo base de sua alimentação e que dela faziam vários outros alimentos como a farinha e a bebida. A mandioca já existia antes da chegada dos portugueses e com a chegada dos europeus ela começou a ser exportada para outros continentes.
     No discurso do Leandro Augusto, aborda que os índios faziam farinha crua e a outra seca sendo que mais leve, e que por meio da mandioca se origina algumas comidas conhecidas como tapioca, bejú, pula e farinha da mandioca. A elite adota a farinha como comida. O bejú era mais seco e dele se fazia o biscoito e a tapioca que é mais crua fazia-se o mingau.
    Na fala de Leandro Gonçalves, a bebida que era feita, por meio da mandioca é chamada de cauim e sua preparação era feita por mulheres indígenas virgens, utilizando os rituais antropofágicos e em festas. Contudo, os colonizadores acham esquisitos, pois após os índios terem tomado e passado mal, os colonizadores resolveram extinguir essa bebida.

domingo, 16 de outubro de 2011

Relatório de visita ao Colégio Fazenda em Tejupeba (Itaporanga /Se) - 15/10/2011

Por: Adriana Silva da Fonseca

      No dia 15 de outubro de 2011, foi realizado a primeira viagem da disciplina História de Sergipe I ministrada pelo professor Dr. Lindivaldo, o local de encontro da turma do 1° período, foi no antigo Banco do Brasil da UFS, saímos às 08hs e 45 mim com um pequeno atraso no horário da saída e chagamos a Tejupeba às 09hs e 30 mim. 
       Ao chegarmos em Tejupeba o professor, dividiu o grupo em três equipes, fazendo com que por meio de uma brincadeira todas as equipes percorressem os locais indicados, que era a igreja, a senzala e o colégio, uma brincadeira bastante dinâmica, com a procura da barra de cereal os nossos olhos ficassem atentos em todo o complexo. A minha equipe percorreu a senzala e os nossos olhos bem atentos e voltados para a realização das tarefas, observamos que sua estrutura e bem diferente do que imaginávamos, pois em novelas da rede globo a apresentação delas é como um único vão, totalmente diferente das senzalas de Tejupeba, estas divididas em casas com cinco cômodos, casas estas coladas umas nas outras, porém eram divididas três construções e  em uma construções tinham, seis portas e onze janelas, em outra quatro portas e três janelas e a menor de todas possuía duas portas e quatro janelas.


Senzala Maior

Senzala Menor

Equipe entrevistou um dos moradores 
         Após a realizações das tarefas o professor se reuniu com todo o grupo para explanar sobre a mesma e o ponto de vista de cada grupo mediante o local percorrido, foram apresentados por cada equipe  curiosidades e um nova visão dos estudantes na metodologia utilizada. Nas explanações do grupo da igreja  foi observado pelo mesmo, que a igreja possuía onze portas e dezesseis janelas, além de pessoas enterradas na sacristia, seus corredores eram afastados e divididos.
      Na casa dos Jesuítas, o grupo que percorreu observou que existia três portas e muitos vãos, que a parte de cima era toda construída na madeira.


Explanação do Professor Lindivaldo.

Explanação da equipe responsável pela observação da Igreja 

Explanação da equipe responsável pela observação do Colégio.

Explanação do Professor da disciplina Patrimônio.

Explanação do Professor Lindivaldo.

         Feitas todas as observações e apresentadas pelos respectivos grupos, foi realizado a apresentação do seminário "Jesuítas e a Colonização de Sergipe", composto pela equipe Marise, Josicarla, Valéria e Vanessa iniciando às 10hs e 55 mim, utilizando de recursos o folder e a apresentação oral. A Josicarla,  expõe que em 1575 chega em Sergipe o primeiro jesuíta Gaspar Loureço seguidor do padre Inácio Loiola, com o objetivo de catequizar e obedecer as ordens da coroa Portuguesa. No século XVII desenvolveram diversas atividades, com a missão de catequizar os índios, porém em 1576 acaba a catequese, porque o governador da Bahia Luiz de Brito, já insatisfeito com o processo de catequização dos índios feitas pelos jesuítas estavam demorando e ele queria um processo de maneira rápida.Em 1590 os jesuítas trabalham os criadores de gado e a expulsão dos jesuítas se deu no ano de 1759, no século XVIII, pelo Marquês de Pombal, por meio da carta régia.
      A Vanessa aborda sobre o surgimento de Tejupeba como um dos polos para catequizar os índios.Sua localização foi estudada devido aos altos para ver se os invasores iriam atacar. Em 1759 houve a expulsão dos jesuítas, 1943 a fazenda foi  Tombada. Dando continuidade a Valéria  abordou sobre o jesuíta Gaspar Loureço que ele não foi escolhido a toa e sim porque ele sabia falar a língua dos índios pois ele foi aluno de José Anchieta, sua maneira de catequizar os índios era por meio de músicas e teatros.
    Por fim Marise aborda que em 1920, a fazenda foi vendida a família Mandarino até os tempos atuais que e atualmente a Fazenda-Colégio tem como proprietária Ruth.    



Igreja

Colégio

Equipe do Seminário.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Seminário: Fontes Históricas: Fontes arqueológicas

          No dia 20 de setembro de 2011, foi realizado na Didática 3 sala 110, às 08hs e 05min o sétimo seminário fontes históricas: fontes arqueológicas cujos componentes são: Alison Oliveira, Felipe Trindade, Ítalo Duarte Leninaldo Cruz, Tavyla Laís, onde o componente Leninaldo Cruz não compareceu.
          Os recursos utilizados foram: data-show, notebook, vídeo e a apresentação oral.
          É abordado por Felipe em sua apresentação, a origem da  história, que o primeiro historiador Heródoto(484-424 a.C, no século V a.C), mostravam grandes acontecimentos da Grécia e eram feitos por meios das paisagem que visitavam e os diálogos com a população, pois eles não procuravam as fontes escritas, em sua fala comenta que a história é o estudo das línguas em busca de documentos escritos na sua própria língua citando o exemplo do latim. Ressalta que a arqueologia vem para ajudar a história, pois surge como a maneira de disciplinar as fontes escritas sobre o passado e de completas as informações existentes com evidência matérias sem a escrita. 
          Alison  ressalta sobre as fontes epigráficas e artefatos,  que com o surgimento da arqueologia  os arqueólogos descobriram egípcios, sarcófagos e  escreviam textos a respeito como se quisessem ocupar o lugar do historiador.
          No terceiro momento Ítalo expõe sobre,  fontes arqueológicas e fontes escritas, referi que aliar as fontes escritas sobre as sociedades ágrafas com fontes arqueológicas, assim os achados arqueológicos na comparação da sociedades, nas fontes escritas e arqueológicas.
          Concluindo a apresentação com a Tavyla que apresenta sobre como se aprofundar nos estudos das fontes arqueológicas, que é necessário preparar um relatório de escavações, catalogar as peças, em seguida fichar com as fontes, separar interpretações da documentação primária.Na finalização da apresentação  exibi fotos de como é o trabalho dos arqueólogos.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Resumo do texto: Tupinambá e Tupia (aula 22/09/11)

"Tupinambá e Tupia". In SOUSA, Antonio Lindvaldo, Temas e Historia de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/CESAD, 2007 p.47-59.

Por:  Adriana  Silva da Fonseca


          Sousa, na introdução comenta sobre os primeiros habitantes, como eles viviam? Como seria seus modos de ser? Onde mais se concentravam? Dialoga que a chegada de Gaspar Lourenço e João Salônio foram os primeiros padres jesuítas em missão católica e que no ano de 1575 entre os rios conhecido hoje  como Rio Real e Sergipe, existiam vários grupos e povoados indígenas.
          Aborda que a História de Sergipe e do Brasil não começa com a chegada do homem ao "Velho Mundo" (p.50), portanto a cultura dos nossos primeiros povos precisamos de documentos, neste contexto não existe documentações escritas pelos primeiros habitantes e sim fontes deixadas pelos cronistas, viajantes, padres ou documentos de colonizador.
        Pedro Runtoni (1998) p. 51 chama a atenção, pois a ausência de documentação pode levar ao historiador a uma compreensão adulterada dos primeiros habitantes.
           Sousa (p.51), aborda duas unidades  culturais os Tupi e os Tapuia e que segundo Dantas " a categoria nativa Tapuia foi transformada em categoria analítica, dando inicio ao processo de exclusão: quem não fala Tupi é Tapuia".
          Tapuia é uma palavra da língua Tupi que significa bárbaro e inimigo, porém para José Antônio da Silva Travassos (1916) todos os índios de Sergipe eram da tribo Tupinambá, todavia era percebido diversos povos que ocupava território Sergipano, como os Kiriri, Boimé, Karapotó, Aramuru os Kaxagó.
           Contudo nos dias de hoje é possível perceber traços deixados da cultura tupinamba  como o beiju, o jenipapo, maturi e sururu.        

Resumo do texto: "Afinal, o que é cultura?" (aula 20/09/2011)

"Afinal, o que é cultura? In: SOUSA, Antonio Lindivaldo. Temas e História de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/CESAD, 2007, pp.93-45.

Por: Adriana Silva da Fonseca

     Inicialmente o autor aborda alguns conceitos, tais como: "Os índios são bárbaros, eles não tem religião, regras e reis", chama atenção na pagina 40, referida por Pero Magalhães de Gândavo e Gabriel  Soeres de Souza. Por pertencer a um outro lado a uma outra cultura, espanta-se ao ver o modo de ser dos índios. Diante deste aspecto Sousa, faz a seguinte pergunta: Afinal o que é cultura?
     Relaciona alguns exemplos de cultura, que na Índia a vaga é um animal sagrado, e que sua carne não é comestível,diferentemente no Brasil, por não ser um animal sagrado sua carne é bem desfrutada entre a população brasileira, em seguida expõe a diferença entre o homem e os outros animais, pois o ser humano é o mais fragilizado dentre os animais, porque o homem não esta preparado para enfrentar as dificuldades existentes a sua sobrevivência, e sim ele foi preparado pra construir artefatos e manter-se vivo, diferentemente dos outros animais que estão preparados para enfrentar as diferenças e dificuldades em muitos aspectos. O homem, para enfrentar as dificuldades, diante de sua sobrevivência, produz diariamente artefatos, símbolos, sociabilidade e rituais que nem sempre esses fatores são necessários a sua sobrevivência.
     Sousa, p.43 nos mostra que estudar cultura, é compreender o fator social dos indivíduos de "carne de osso" suas experiências cotidianas.
     Contudo é de suma importância que o historiador, respeite as diferenças no estudo da história e que evitem preconceitos nocivos a imparcialidade diante dos fatos.    

domingo, 25 de setembro de 2011

Resumo do texto: "Pela possibilidade de uma nova história dos outros" (aula 20/09/11)


"Pela possibilidade de uma nova história dos outros".In SOUSA, Antônio Lindvaldo. Temas e História de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/SEAD,2007,pp.13-33.
Por: Adriana Silva da Fonseca

     O texto, "Pela possibilidade de uma nova história dos outros" é introduzido com indagações sobre a história de Sergipe e que em seu decorrer falará sobre a história escrita, conhecida como historiografia.
     Em seu primeiro subtópicos: Uma história ainda a se fazer, aborda que a história de Sergipe ainda é de prioridade política, institucional e econômica e que as mudanças pouco ocorrida se dão por meio das monografias, dissertações e teses de doutorado, porém essas historias não publicadas acabam sendo esquecidas em acervos de instituições públicas, particulares e nos próprios acervos bibliotecários de professores.
     Relata ainda que a temática da História de Sergipe, expõe sobre a cultura negra, indígena, mestiços, sobre o cotidiano dos homens e das mulheres brancas e pobres, aparecendo como dados estatísticos ou notas secundarias do que a um tema central.
      No segundo tópico: Os "Heróis" ainda invadem uma certa historiografia mostra um dos desafios de enfocar temas de história de Sergipe não a partir de uma que privilegia grandes eventos, grandes datas, grandes homens. O autor, cita Leite Neto como um admirável homem, extraordinário, pois a escolha de que e como deve ser lembrado passa incessantemente por aquilo que deve ser esquecido, e que os fatos ordinários, os menos grandiosos acontecidos no dia-a dia era deixado de lado.
     Contudo, no terceiro subtópico a possibilidade de uma outra história comenta que a história do cotidiano deve ser esquecido por ausência de documentos pois, os personagens anônimos perdem, porém a historiadora Maria de Odila L.da Silva Dias nas suas obras fala sobre as informações escondidas nos fragmentos das entre lindas dos documentos, pois trata-se de esmiuçar os dados implícito.

sábado, 17 de setembro de 2011

Seminário: Fontes Históricas: Registros Paroquiais e Civis

     A última apresentação da unidade I da disciplina ministrada pelo prof. Dr. Antônio Lindvaldo Sousa, realizada na Didática 3, sala 110 no dia 15/09/2011 às 19hs e 30 min. Tema do seminário Fontes Históricas: Registro Paroquiais e civis, com uma equipe composta por cinco componentes, Bruna Mota, Denilza Viana, Irineu Teixeira, Nathália Andrade, Tamires Ferreira. Os recursos utilizados foram à apresentação oral, data-show, folder e o vídeo.
   Objetivos: Conhecer a riqueza de informações contidas nos documentos de origem paroquial e civil, entender a sua confecção e evolução histórica, perceber a importância para a história da região representada.
   Na apresentação oral, Bruna explanou os eventos vitais da construção da história e que os registros paroquiais que no Brasil passou a ser obrigatório no ano de 1707. Facilitando assim  a realização das estatísticas, densidade demográfica, nascimento, mortalidade e óbito.Nessas documentações deveria conter a data do nascimento, pré-nome, nome, nome dos pais e padrinhos as condições dos padrinhos, se eles eram negros ou brancos e que todos os documentos o sacerdote não poderia deixar de  assinar.
   A obrigatoriedade dos registros civis no Brasil, começa no ano de 1888, porém os registros paroquiais continuou sendo o mais importante, pois nele contia informações mais precisas.
   A Tamires nos mostra que a partir do século XX, foi criado um método de reconstituição da família, por Fleury Henry e que no Brasil a universidade do Paraná criou um programa por árvore genealógica.
   É abordado por Nathália, os diários pessoais, como sendo uma fonte histórica e que o diário  em 1880 foi reconhecido pois, ele não era visto como uma fonte de plena confiança, porque cada um tinha seu ponto de vista a ser relatado.
  Denilza, menciona o historiador Roger Chartier, e que o historiador deve ter cuidado ao  analisar as fontes, pois ele não pode se confundir com a dupla ilusão. Ressalta que o historiador deve buscar seus acasos e eventualidades, sem sair da ração para a ilusão. 
  Foi levantada uma discussão por Irineu em sala se o uso do diário como uma fonte histórica seria invasiva ou não na vida da pessoa que escreveu o diário, pois, ele é um documento intimo e que o escritor dele pode omitir fatos ocorridos em sua vida  porém, como fonte de análise pode ser importante porque o historiador irá pesquisar fontes históricas da época como os aspetos sócio-culturais.       
   

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Relatório da Visita ao Arquivo Público Municipal da Cidade de Aracaju

         A visita ocorrida no dia 01 de setembro ás 14h todo o grupo cujos componentes são: Abrahão Barbosa, Adriana Fonseca, Erick Matos, Fidel Santos e Silvia Maia no Arquivo Público  Municipal da Cidade de Aracaju localizado na Av. Hermes Fontes.
         Fomos recepcionados por dona Lucenira Sampaio, funcionaria pública a 25 anos e cedida ao Arquivo.
         Criado pela lei municipal n° 1.300 de 08 de outubro de 1987, contendo em seu acervo diários oficiais, jornais, fotos e documentos administrativos, antes de sua criação funcionava as escola José de Araújo, depois a escola de Arte e logo depois o Arquivo, fundado por Jackson Barreto.Na gestão de Wellington da Mota em 1990 passou por uma reforma, porém não com espaço suficientes para serem guardados toda a documentação recebida das instituições públicas.
          Toda a documentação, passa por um processo de higienização, para a realização desse processo é necessário o uso de equipamentos específicos,  tais como: luvas, óculos e um pincel, logo após a higienização tirando toda a poeira, são classificados e são empacotados e identificados. Após todo o processo de higienização os documentos são liberados para a pesquisa.
    O Diário Oficial  é um documento histórico administrativo, trazido diretamente da prefeitura da cidade para fins administrativos.
     Desde a  fundação de Aracaju, até os dias de hoje existe em sua Biblioteca livros que trazem todo o percurso da história de cidade. Possuem também em seus acervos cerca de 8.000 mil fotografias.
Além do Arquivo Público Municipal da Cidade de Aracaju, existem ainda os Arquivos intermediários, que guardam as documentações por aproximadamente de 10 a 20 anos, para que essa documentação sejam transferidos ao Arquivos. Um dos arquivos de apoio fica localizado na Funcaju, porém as documentações existentes, passam em media de quatro anos para serem transferidos ao Arquivo Municipal. 
      Seu principal objetivo é preservar a memória da cidade de Aracaju, por meio das pesquisas realizada pela população, que hoje em dia teve um aumento significativo, pois as escolas e universidades incentiva o aluno por meio de trabalhos e trabalhos acadêmicos a fazerem um levantamento sobre a cidade onde habita.

             Por falta de espaço, existem documentações que não podem ser arquivadas e por consequência eles são descartados, especificamente documentos a partir do ano de 2010 citando como exemplo os jornais, ressalta que esse procedimento é realizado a pedido da nova direção.
             Atualmente o Arquivo esta sobre a direção de Virgínia Bispo da Silva, ocupando o cargo a cerca de dois anos. A sua primeira gestora foi Jussara Madureira Rabello no ano de 1986, quando estavam elaborando o projeto esse aprovado e inaugurado em outubro de 1987. Trabalham no Arquivo seis funcionários e seis estagiários, seu horário de funcionamento é de Segunda  a Sexta, das 8h às 17h para pesquisa.

Relatório do Seminário Realizado no dia 13 de Setembro

     No dia 13 de Setembro de 2011,  apresentação do seminário  realizado na Didática 3, sala 110 às 20hs e 30 min. Fontes Orais, Biográficas e Audiovisuais, componentes Astromônico Santana Lima, João Rafael Fernandes, Leandro de Santana Santos, Saulo Vinícios  Souza Barbosa.
     Os recursos utilizados pelo grupo foram:  Vídeo e apresentação oral.
   Apresenta a importância das  fontes biográficas na história Antiga. Que é marcada pelo positivismo.E o surgimento da fonte oral foi em 1948, apresentada principalmente em entrevista e que a mesma não pode ser designada por apenas uma fonte oral.
   As fontes audiovisuais, retrata do cinema como fonte histórica, e que o mesmo conta a analise da sociedade e o filme tenta transmitir alfo que influência em nossas vidas em conter varias conspeções do real e fictícios. No Brasil a relação do cinema surgiu em 1976.
  Contudo, a televisão como fonte histórica comenta que a tv e as suas telenovelas, não perdem o contexto e tentam retratar o contexto vivido na sociedade da época.
  



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Relatório do Seminário Realizado no dia 08 de Setembro

          História de Sergipe I, disciplina  ministrada pelo prof. Dr. Antonio Lindvaldo Souza,  seminário realizado no dia  08 de setembro de 2011, na Didática 3 sala 110, Universidade Federal de Sergipe.

       Tema do Grupo 3: Paleografia, iniciaram às 19hs e 35 min com uma equipe compostas por  quatro pessoas, Adriana França Conserva, Gilvan Vieira de Matos, Jonas Carvalho da Silva Filho, Moisés de Jesus Pereiras, ausentes para a apresentação do mesmo a Adriana França e Moisés de Jesus.

          Os recursos utilizados foram: data-show, vídeo e expressão oral. 
       Objetivos: Conhecer a Paleografia, entender a evolução da escrita, assimilar a importância da paleografia para a história .   
                     
       Na apresentação oral iniciada por Jonas, foi   explanado  o conceito de paleografia. Uma ciência que estuda a escrita antiga. Com a utilização do recurso giz e a lousa ele exibiu as junções das letras utilizadas como  escritas na daquela época.  
        Na apresentação do Gilvan, que em seu dialogo apresenta os elementos dos quais, constituem a escrita,elementos esses que são:  a morfologia, angulo, luctus, modulo, ligadura, nexus. Aborda também  os tipos de escrita e os seus suportes, onde a escrita na época, eram feitas em matérias duros, como pedra, mármore, introduzindo o papel na Idade Média, por um Chines.


domingo, 4 de setembro de 2011

AS POTENCIALIDADES DA HISTORIA LOCAL PARA A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM SALA DE AULA: O ENFOQUE DO MUNICÍPIO DE SOROCABA.


JUNIOR, Arnaldo Pinto. As potencialidades da história local para a produção de conhecimento em sala de aula: o enfoque do município de Sorocaba.  In: História: Área do conhecimento. Ano ,1 nº 3, 2001, pp. 37 à 40


Com base no texto, o autor argumenta que em suas experiências educacionais com educando de nível fundamental e médio houve momentos de alegria e aflições, pois, mediante as práticas impostas pelo sistema educacional brasileiro, o historiador Sergio Buarque de Holanda, citado pelo autor, leva-o a uma reflexão profunda sobre seu trabalho, sua individualidade mediante as idéias coletivas e predominantes que eram estabelecidas por meios sociais.
Nesse sentido, as pessoas consideram os valores e culturas europeizantes influentes desvalorizando a sua história local. As palavras abaixo comprovam o “estranhamento do sujeito histórico em relação ao seu espaço, ao seu tempo e às suas idéias”. (ARNALDO 2001, p.37 apud BUARQUE). Dessa forma, foi observado o afastamento dos alunos em relação ao tema estudado, demonstrando assim, clareza da ausência do relacionamento com a comunidade, sua cultura e seu país.Nesse sentido, é difícil a aproximação dos alunos em espaços públicos a serem estudados, pois eles não são estimulados para esse cotidiano.
Arnaldo, (2001) ressalta que, pretende neste artigo notabilizar algumas práticas impostas ao estudo da história. A escola enquanto espaço educacional reproduz uma visão tradicional da disciplina, tornando-a para muitos uma disciplinas apenas de conteúdos a serem gravados e memorizados de forma única e verdadeira, como se a história só fosse estudada, por um único caminho de diferentes conhecimentos.
Com base nesses princípios, Arnaldo(2001) reflete sobre um processo inovador no ensino-aprendizagem de história, pois se baseará em elementos motivadores de estudos, valorizando o cotidiano e de certa forma as experiências vividas pelos alunos, que os levará a produção do conhecimento histórico mediado pelo professor, tendo como objetivo que o alunando, reconheça, valorize e problematize suas raízes familiares, políticas, sociais e culturais por meio de documentos históricos e que possa também relacionar o presente com o passado.
              O autor Arnaldo (2001), descreve que é possível, construir um conhecimento por meio da história local, a vista que surge a importância de uma análise mais desenvolvida. Arnaldo (2001) cita no texto o historiador Marcos A. da Silva e outros historiadores onde os mesmo relatam que é possível desfazer do engano de teorias históricas, através de trabalhos locais elaborados, induzindo ao aluno a contextualizar o seu habitar, observando o espaço, o local e o determinado tempo em que os fatos ocorrem igualando com as visões históricas gerais.
              Ressalta o enriquecimento e a valorização a partir das experiências adquiridas, pois o resgate da história local abriria perspectivas históricas que não tem ênfase na história tradicional.     Desta forma, o autor apresenta uma proposta de ensino, direcionada para o Município de Sorocaba, cujas experiências vividas no município conduzam a uma discussão pela ideia de modernidade introduzida na cidade desde 1903, os setores sócias publicava o avanço por meio da denominação Manchester Paulista, pois a produção econômica e a importância política e cultural ressaltam as suas relações sociais simbolizando um grande avanço qualitativo.
              O progresso chega a Sorocaba no ano de 1880, visto que as instalações industriais do ramo têxtil deixam no passado a sua história de empobrecimento das feiras de animais que não mais suportava a concorrência devido à modernização do país.   Com a prosperidade e a modernização progressista no campo das idéias no Brasil republicano, passam a defender as mais avançadas técnicas industriais para o crescimento da São Paulo e do Brasil. É de fundamental importância esclarecer as condições internas da Manchester Paulista para se compreender os seus ideais e representações que ainda estão fazendo parte do “olhar neoliberal” da sociedade (Arnald, 2001 p.39). Com esse ideal o olhar este sempre voltado para o futuro e o progresso de todos, pois, a Manchester Paulista não só se constituiu como empregadora e facilitadora de vida, reafirmando a discriminação e o preconceito social, mantendo as estruturas sócias econômicas no período imperial.
              A versão antidemocrática do regime da elite sorocabana realça o momento em pleno século XX, onde o Brasil republicano perde sua força diante dos positivistas centralizadores e evolucionista. Mediante ao progresso, o crescimento da economia e melhores condições de vida, a elite carioca compenetra a suas responsabilidades pelo direcionamento da cidade. O autor Arnaldo (2001), evidencia a importância de que o aluno questiona o discurso da Manchester Paulista, baseado em sua idéia justificada por meio de suas experiências vivenciada, pois, poderá trazer fatos essenciais não esclarecidos na história da cidade. Com o questionamento de documentos indagados, do passado fará que os alunos busquem compreender a clareza e as relações políticas e sociais, do crescimento industrial. Portanto, pontos interessantes para uma reflexão entre o confronto dos alunos e dos jornalistas, políticos, publicitários, através das informações colhidas nas pesquisas de campo seriam viáveis no esclarecimento de informações não relatadas por falta de clareza política.
               Nesse sentido, baseando-se nos documentos escritos e nas suas percepções, os grupos da classe poderiam reavaliar a historia da sua cidade num processo mediado pelo professor que acompanharia os alunos na construção histórica, de modo que suas análises introduzirão novos saberes da historia local. Finalmente, o processo de ensino aprendizagem, que o autor destaca em seu texto, de como lidar com a história local  através da pesquisa e do embasamento dos documentos na perspectiva da historia global, sensibilizará os envolvidos, despertando sua capacidade de produzir conhecimentos por meio dessa história  e demonstrar a importância política e as potencialidades sócio culturais. Será valorizado pelo aluno as suas experiências vivenciadas anteriormente,  podendo assim surgir novas visões e reflexões históricas. Por fim Arnaldo (2001) relata sobre a motivação que deve ser compartilhada por todos no processo de ensino aprendizagem, valorizando a recuperação das memórias preservadas por documentos históricos e discutidas dentro e fora do âmbito escolar sem alterar a singularidade tanto do passado quanto a do presente.