A visita ocorrida no dia 01 de setembro ás 14h todo o grupo cujos componentes são: Abrahão Barbosa, Adriana Fonseca, Erick Matos, Fidel Santos e Silvia Maia no Arquivo Público Municipal da Cidade de Aracaju localizado na Av. Hermes Fontes.
Fomos recepcionados por dona Lucenira Sampaio, funcionaria pública a 25 anos e cedida ao Arquivo.
Criado pela lei municipal n° 1.300 de 08 de outubro de 1987, contendo em seu acervo diários oficiais, jornais, fotos e documentos administrativos, antes de sua criação funcionava as escola José de Araújo, depois a escola de Arte e logo depois o Arquivo, fundado por Jackson Barreto.Na gestão de Wellington da Mota em 1990 passou por uma reforma, porém não com espaço suficientes para serem guardados toda a documentação recebida das instituições públicas.
Toda a documentação, passa por um processo de higienização, para a realização desse processo é necessário o uso de equipamentos específicos, tais como: luvas, óculos e um pincel, logo após a higienização tirando toda a poeira, são classificados e são empacotados e identificados. Após todo o processo de higienização os documentos são liberados para a pesquisa.
O Diário Oficial é um documento histórico administrativo, trazido diretamente da prefeitura da cidade para fins administrativos.
Desde a fundação de Aracaju, até os dias de hoje existe em sua Biblioteca livros que trazem todo o percurso da história de cidade. Possuem também em seus acervos cerca de 8.000 mil fotografias.
Além do Arquivo Público Municipal da Cidade de Aracaju, existem ainda os Arquivos intermediários, que guardam as documentações por aproximadamente de 10 a 20 anos, para que essa documentação sejam transferidos ao Arquivos. Um dos arquivos de apoio fica localizado na Funcaju, porém as documentações existentes, passam em media de quatro anos para serem transferidos ao Arquivo Municipal.
Seu principal objetivo é preservar a memória da cidade de Aracaju, por meio das pesquisas realizada pela população, que hoje em dia teve um aumento significativo, pois as escolas e universidades incentiva o aluno por meio de trabalhos e trabalhos acadêmicos a fazerem um levantamento sobre a cidade onde habita.
Por falta de espaço, existem documentações que não podem ser arquivadas e por consequência eles são descartados, especificamente documentos a partir do ano de 2010 citando como exemplo os jornais, ressalta que esse procedimento é realizado a pedido da nova direção.
Atualmente o Arquivo esta sobre a direção de Virgínia Bispo da Silva, ocupando o cargo a cerca de dois anos. A sua primeira gestora foi Jussara Madureira Rabello no ano de 1986, quando estavam elaborando o projeto esse aprovado e inaugurado em outubro de 1987. Trabalham no Arquivo seis funcionários e seis estagiários, seu horário de funcionamento é de Segunda a Sexta, das 8h às 17h para pesquisa.

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