Por: Adriana Silva da Fonseca
Sousa, na introdução comenta sobre os primeiros habitantes, como eles viviam? Como seria seus modos de ser? Onde mais se concentravam? Dialoga que a chegada de Gaspar Lourenço e João Salônio foram os primeiros padres jesuítas em missão católica e que no ano de 1575 entre os rios conhecido hoje como Rio Real e Sergipe, existiam vários grupos e povoados indígenas.
Aborda que a História de Sergipe e do Brasil não começa com a chegada do homem ao "Velho Mundo" (p.50), portanto a cultura dos nossos primeiros povos precisamos de documentos, neste contexto não existe documentações escritas pelos primeiros habitantes e sim fontes deixadas pelos cronistas, viajantes, padres ou documentos de colonizador.
Pedro Runtoni (1998) p. 51 chama a atenção, pois a ausência de documentação pode levar ao historiador a uma compreensão adulterada dos primeiros habitantes.
Sousa (p.51), aborda duas unidades culturais os Tupi e os Tapuia e que segundo Dantas " a categoria nativa Tapuia foi transformada em categoria analítica, dando inicio ao processo de exclusão: quem não fala Tupi é Tapuia".
Tapuia é uma palavra da língua Tupi que significa bárbaro e inimigo, porém para José Antônio da Silva Travassos (1916) todos os índios de Sergipe eram da tribo Tupinambá, todavia era percebido diversos povos que ocupava território Sergipano, como os Kiriri, Boimé, Karapotó, Aramuru os Kaxagó.
Contudo nos dias de hoje é possível perceber traços deixados da cultura tupinamba como o beiju, o jenipapo, maturi e sururu.
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