terça-feira, 22 de novembro de 2011

Relatório de Viagem ao Castelo Garcia D'Ávila - 19/11/2011

    Mas uma aula diferente, em ambiente bem natural, nossa segunda viagem realizada pela disciplina História de Sergipe I, ministrada pelo professor Lindivaldo. Dessa vez fomos a Bahia conhecer o Castelo D'Ávila hoje um parque histórico.
     A viajem foi realizada no dia 19 de novembro de 2011, fomos em dois ônibus que saíram do posto de gasolina em frente ao shopping jardim e o outro local no posto de gasolina em frente a rodoviária nova.
    O Castelo Garcia D'Ávila é localizado na praia do forte, no norte de Bahia, uma viagem que dura 4hs de Aracaju.
   Uma viagem encantadora é como se estivéssemos vivenciado todo o ocorrido no ano de 1551, quando ele foi erguido. Na explanação de Sousa Garcia D'Ávila chega ao Brasil em 1549 na mesma expedição de Tomé de Souza, no qual é considerado filho bastado de Tomé. Mediante Sousa Garcia  torna-se senhor do engenho.Com seu fracasso resolve ser criador de gado em toda a região do nordeste por ter a proteção de Tomé de Souza. Foi na década de 40 no século XIX a família entra em decadência.
     Em seu discurso fala sobre a Lei do Morgado, que é uma lei na qual apenas o primeiro filho recebe a herança, essa lei era uma forma de manter o poder  sobre as terras e o seu domínio.
     Sua primeira mulher não teve filho, e a sua segunda mulher foi uma índia, no qual teve filhos mamelucos. Seus inimigos foram os Jesuítas. A sua relação com os índios fez com que ele garantisse um exercito.  
        O castelo é um símbolo de poder e riqueza, foi usado para criar gado e alem disso eles investiram muito dinheiro para o ter. É uma representação simbólica do poder e também uma casa forte, sua função era de moradia e defesa. 
    A cozinha era a parte mais escura da casa, é importante ressaltar que D'Ávila tinha escravos indígenas.
      Sua primeira mulher foi condenada a inquisição ao ser descoberta que praticava ritos judaicos.
    O Castelo possui uma capela de Nossa Senhora da Conceição e o seu estilo é medieval, foi erguido pelo suor e sofrimento de muitos índios. Foi escolhido em um ponto alto, pois visavam observar quando os inimigos iam se aproximar para atacar. Também serviu para ajudar a expulsar os franceses.
    Em 1938 o Castelo já não pertencia mais a família Garcia D'Ávila e ele foi tombado pelo instituto histórico e Geográfico da Bahia, Arquivo Público da Bahia, e com a representação do IPHAN   passando por um processo de tombamento.
     O castelo  em sua construção passa por três etapas, que foram: 
          * A capela possuía duas paredes de tijolos.
          * Foi ampliado pelos herdeiros seguintes com alvenaria e pedra, sua construção é de estilo Barroco Medieval.
                                                                                           * A ampliação do castelo.
      Atualmente o proprietário do Garcia D'Ávila é Otacílio Nunes. E como o professor em sua pequena explanação deixou a todos bem curiosos para adentramos ao castelo, chegou o em fim momento.
 Lateral Castelo Garcia D'Ávila

  
Parte Superior do Castelo Garcia D'Ávila




 Árvore Centenária do Castelo Garcia D'Ávila 
         E por fim, após conhecermos o castelo o professor nos chama para comentarmos, sobre os nossos olhares curiosos tudo o que podemos observar la dentro, mas antes ele fez com que abracemos uma árvore    que tem 100 anos de existência.                                                                           

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