segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Resumo do texto: Tupinambá e Tupia (aula 22/09/11)

"Tupinambá e Tupia". In SOUSA, Antonio Lindvaldo, Temas e Historia de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/CESAD, 2007 p.47-59.

Por:  Adriana  Silva da Fonseca


          Sousa, na introdução comenta sobre os primeiros habitantes, como eles viviam? Como seria seus modos de ser? Onde mais se concentravam? Dialoga que a chegada de Gaspar Lourenço e João Salônio foram os primeiros padres jesuítas em missão católica e que no ano de 1575 entre os rios conhecido hoje  como Rio Real e Sergipe, existiam vários grupos e povoados indígenas.
          Aborda que a História de Sergipe e do Brasil não começa com a chegada do homem ao "Velho Mundo" (p.50), portanto a cultura dos nossos primeiros povos precisamos de documentos, neste contexto não existe documentações escritas pelos primeiros habitantes e sim fontes deixadas pelos cronistas, viajantes, padres ou documentos de colonizador.
        Pedro Runtoni (1998) p. 51 chama a atenção, pois a ausência de documentação pode levar ao historiador a uma compreensão adulterada dos primeiros habitantes.
           Sousa (p.51), aborda duas unidades  culturais os Tupi e os Tapuia e que segundo Dantas " a categoria nativa Tapuia foi transformada em categoria analítica, dando inicio ao processo de exclusão: quem não fala Tupi é Tapuia".
          Tapuia é uma palavra da língua Tupi que significa bárbaro e inimigo, porém para José Antônio da Silva Travassos (1916) todos os índios de Sergipe eram da tribo Tupinambá, todavia era percebido diversos povos que ocupava território Sergipano, como os Kiriri, Boimé, Karapotó, Aramuru os Kaxagó.
           Contudo nos dias de hoje é possível perceber traços deixados da cultura tupinamba  como o beiju, o jenipapo, maturi e sururu.        

Resumo do texto: "Afinal, o que é cultura?" (aula 20/09/2011)

"Afinal, o que é cultura? In: SOUSA, Antonio Lindivaldo. Temas e História de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/CESAD, 2007, pp.93-45.

Por: Adriana Silva da Fonseca

     Inicialmente o autor aborda alguns conceitos, tais como: "Os índios são bárbaros, eles não tem religião, regras e reis", chama atenção na pagina 40, referida por Pero Magalhães de Gândavo e Gabriel  Soeres de Souza. Por pertencer a um outro lado a uma outra cultura, espanta-se ao ver o modo de ser dos índios. Diante deste aspecto Sousa, faz a seguinte pergunta: Afinal o que é cultura?
     Relaciona alguns exemplos de cultura, que na Índia a vaga é um animal sagrado, e que sua carne não é comestível,diferentemente no Brasil, por não ser um animal sagrado sua carne é bem desfrutada entre a população brasileira, em seguida expõe a diferença entre o homem e os outros animais, pois o ser humano é o mais fragilizado dentre os animais, porque o homem não esta preparado para enfrentar as dificuldades existentes a sua sobrevivência, e sim ele foi preparado pra construir artefatos e manter-se vivo, diferentemente dos outros animais que estão preparados para enfrentar as diferenças e dificuldades em muitos aspectos. O homem, para enfrentar as dificuldades, diante de sua sobrevivência, produz diariamente artefatos, símbolos, sociabilidade e rituais que nem sempre esses fatores são necessários a sua sobrevivência.
     Sousa, p.43 nos mostra que estudar cultura, é compreender o fator social dos indivíduos de "carne de osso" suas experiências cotidianas.
     Contudo é de suma importância que o historiador, respeite as diferenças no estudo da história e que evitem preconceitos nocivos a imparcialidade diante dos fatos.    

domingo, 25 de setembro de 2011

Resumo do texto: "Pela possibilidade de uma nova história dos outros" (aula 20/09/11)


"Pela possibilidade de uma nova história dos outros".In SOUSA, Antônio Lindvaldo. Temas e História de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/SEAD,2007,pp.13-33.
Por: Adriana Silva da Fonseca

     O texto, "Pela possibilidade de uma nova história dos outros" é introduzido com indagações sobre a história de Sergipe e que em seu decorrer falará sobre a história escrita, conhecida como historiografia.
     Em seu primeiro subtópicos: Uma história ainda a se fazer, aborda que a história de Sergipe ainda é de prioridade política, institucional e econômica e que as mudanças pouco ocorrida se dão por meio das monografias, dissertações e teses de doutorado, porém essas historias não publicadas acabam sendo esquecidas em acervos de instituições públicas, particulares e nos próprios acervos bibliotecários de professores.
     Relata ainda que a temática da História de Sergipe, expõe sobre a cultura negra, indígena, mestiços, sobre o cotidiano dos homens e das mulheres brancas e pobres, aparecendo como dados estatísticos ou notas secundarias do que a um tema central.
      No segundo tópico: Os "Heróis" ainda invadem uma certa historiografia mostra um dos desafios de enfocar temas de história de Sergipe não a partir de uma que privilegia grandes eventos, grandes datas, grandes homens. O autor, cita Leite Neto como um admirável homem, extraordinário, pois a escolha de que e como deve ser lembrado passa incessantemente por aquilo que deve ser esquecido, e que os fatos ordinários, os menos grandiosos acontecidos no dia-a dia era deixado de lado.
     Contudo, no terceiro subtópico a possibilidade de uma outra história comenta que a história do cotidiano deve ser esquecido por ausência de documentos pois, os personagens anônimos perdem, porém a historiadora Maria de Odila L.da Silva Dias nas suas obras fala sobre as informações escondidas nos fragmentos das entre lindas dos documentos, pois trata-se de esmiuçar os dados implícito.

sábado, 17 de setembro de 2011

Seminário: Fontes Históricas: Registros Paroquiais e Civis

     A última apresentação da unidade I da disciplina ministrada pelo prof. Dr. Antônio Lindvaldo Sousa, realizada na Didática 3, sala 110 no dia 15/09/2011 às 19hs e 30 min. Tema do seminário Fontes Históricas: Registro Paroquiais e civis, com uma equipe composta por cinco componentes, Bruna Mota, Denilza Viana, Irineu Teixeira, Nathália Andrade, Tamires Ferreira. Os recursos utilizados foram à apresentação oral, data-show, folder e o vídeo.
   Objetivos: Conhecer a riqueza de informações contidas nos documentos de origem paroquial e civil, entender a sua confecção e evolução histórica, perceber a importância para a história da região representada.
   Na apresentação oral, Bruna explanou os eventos vitais da construção da história e que os registros paroquiais que no Brasil passou a ser obrigatório no ano de 1707. Facilitando assim  a realização das estatísticas, densidade demográfica, nascimento, mortalidade e óbito.Nessas documentações deveria conter a data do nascimento, pré-nome, nome, nome dos pais e padrinhos as condições dos padrinhos, se eles eram negros ou brancos e que todos os documentos o sacerdote não poderia deixar de  assinar.
   A obrigatoriedade dos registros civis no Brasil, começa no ano de 1888, porém os registros paroquiais continuou sendo o mais importante, pois nele contia informações mais precisas.
   A Tamires nos mostra que a partir do século XX, foi criado um método de reconstituição da família, por Fleury Henry e que no Brasil a universidade do Paraná criou um programa por árvore genealógica.
   É abordado por Nathália, os diários pessoais, como sendo uma fonte histórica e que o diário  em 1880 foi reconhecido pois, ele não era visto como uma fonte de plena confiança, porque cada um tinha seu ponto de vista a ser relatado.
  Denilza, menciona o historiador Roger Chartier, e que o historiador deve ter cuidado ao  analisar as fontes, pois ele não pode se confundir com a dupla ilusão. Ressalta que o historiador deve buscar seus acasos e eventualidades, sem sair da ração para a ilusão. 
  Foi levantada uma discussão por Irineu em sala se o uso do diário como uma fonte histórica seria invasiva ou não na vida da pessoa que escreveu o diário, pois, ele é um documento intimo e que o escritor dele pode omitir fatos ocorridos em sua vida  porém, como fonte de análise pode ser importante porque o historiador irá pesquisar fontes históricas da época como os aspetos sócio-culturais.       
   

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Relatório da Visita ao Arquivo Público Municipal da Cidade de Aracaju

         A visita ocorrida no dia 01 de setembro ás 14h todo o grupo cujos componentes são: Abrahão Barbosa, Adriana Fonseca, Erick Matos, Fidel Santos e Silvia Maia no Arquivo Público  Municipal da Cidade de Aracaju localizado na Av. Hermes Fontes.
         Fomos recepcionados por dona Lucenira Sampaio, funcionaria pública a 25 anos e cedida ao Arquivo.
         Criado pela lei municipal n° 1.300 de 08 de outubro de 1987, contendo em seu acervo diários oficiais, jornais, fotos e documentos administrativos, antes de sua criação funcionava as escola José de Araújo, depois a escola de Arte e logo depois o Arquivo, fundado por Jackson Barreto.Na gestão de Wellington da Mota em 1990 passou por uma reforma, porém não com espaço suficientes para serem guardados toda a documentação recebida das instituições públicas.
          Toda a documentação, passa por um processo de higienização, para a realização desse processo é necessário o uso de equipamentos específicos,  tais como: luvas, óculos e um pincel, logo após a higienização tirando toda a poeira, são classificados e são empacotados e identificados. Após todo o processo de higienização os documentos são liberados para a pesquisa.
    O Diário Oficial  é um documento histórico administrativo, trazido diretamente da prefeitura da cidade para fins administrativos.
     Desde a  fundação de Aracaju, até os dias de hoje existe em sua Biblioteca livros que trazem todo o percurso da história de cidade. Possuem também em seus acervos cerca de 8.000 mil fotografias.
Além do Arquivo Público Municipal da Cidade de Aracaju, existem ainda os Arquivos intermediários, que guardam as documentações por aproximadamente de 10 a 20 anos, para que essa documentação sejam transferidos ao Arquivos. Um dos arquivos de apoio fica localizado na Funcaju, porém as documentações existentes, passam em media de quatro anos para serem transferidos ao Arquivo Municipal. 
      Seu principal objetivo é preservar a memória da cidade de Aracaju, por meio das pesquisas realizada pela população, que hoje em dia teve um aumento significativo, pois as escolas e universidades incentiva o aluno por meio de trabalhos e trabalhos acadêmicos a fazerem um levantamento sobre a cidade onde habita.

             Por falta de espaço, existem documentações que não podem ser arquivadas e por consequência eles são descartados, especificamente documentos a partir do ano de 2010 citando como exemplo os jornais, ressalta que esse procedimento é realizado a pedido da nova direção.
             Atualmente o Arquivo esta sobre a direção de Virgínia Bispo da Silva, ocupando o cargo a cerca de dois anos. A sua primeira gestora foi Jussara Madureira Rabello no ano de 1986, quando estavam elaborando o projeto esse aprovado e inaugurado em outubro de 1987. Trabalham no Arquivo seis funcionários e seis estagiários, seu horário de funcionamento é de Segunda  a Sexta, das 8h às 17h para pesquisa.

Relatório do Seminário Realizado no dia 13 de Setembro

     No dia 13 de Setembro de 2011,  apresentação do seminário  realizado na Didática 3, sala 110 às 20hs e 30 min. Fontes Orais, Biográficas e Audiovisuais, componentes Astromônico Santana Lima, João Rafael Fernandes, Leandro de Santana Santos, Saulo Vinícios  Souza Barbosa.
     Os recursos utilizados pelo grupo foram:  Vídeo e apresentação oral.
   Apresenta a importância das  fontes biográficas na história Antiga. Que é marcada pelo positivismo.E o surgimento da fonte oral foi em 1948, apresentada principalmente em entrevista e que a mesma não pode ser designada por apenas uma fonte oral.
   As fontes audiovisuais, retrata do cinema como fonte histórica, e que o mesmo conta a analise da sociedade e o filme tenta transmitir alfo que influência em nossas vidas em conter varias conspeções do real e fictícios. No Brasil a relação do cinema surgiu em 1976.
  Contudo, a televisão como fonte histórica comenta que a tv e as suas telenovelas, não perdem o contexto e tentam retratar o contexto vivido na sociedade da época.
  



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Relatório do Seminário Realizado no dia 08 de Setembro

          História de Sergipe I, disciplina  ministrada pelo prof. Dr. Antonio Lindvaldo Souza,  seminário realizado no dia  08 de setembro de 2011, na Didática 3 sala 110, Universidade Federal de Sergipe.

       Tema do Grupo 3: Paleografia, iniciaram às 19hs e 35 min com uma equipe compostas por  quatro pessoas, Adriana França Conserva, Gilvan Vieira de Matos, Jonas Carvalho da Silva Filho, Moisés de Jesus Pereiras, ausentes para a apresentação do mesmo a Adriana França e Moisés de Jesus.

          Os recursos utilizados foram: data-show, vídeo e expressão oral. 
       Objetivos: Conhecer a Paleografia, entender a evolução da escrita, assimilar a importância da paleografia para a história .   
                     
       Na apresentação oral iniciada por Jonas, foi   explanado  o conceito de paleografia. Uma ciência que estuda a escrita antiga. Com a utilização do recurso giz e a lousa ele exibiu as junções das letras utilizadas como  escritas na daquela época.  
        Na apresentação do Gilvan, que em seu dialogo apresenta os elementos dos quais, constituem a escrita,elementos esses que são:  a morfologia, angulo, luctus, modulo, ligadura, nexus. Aborda também  os tipos de escrita e os seus suportes, onde a escrita na época, eram feitas em matérias duros, como pedra, mármore, introduzindo o papel na Idade Média, por um Chines.